Nossas Atividades
UPSTREAM

Começamos nossas atividades no Brasil em 1997, importando, comercializando e distribuindo, diretamente, óleos básicos e produtos petroquímicos. E em 2010, reestruturamos o nosso portfólio de ativos e focamos nossas atividades em upstream, exploração e produção de hidrocarbonetos, offshore. No mesmo ano, fomos a empresa estrangeira privada que mais investiu em Exploração no país e desde então, já participamos de 12 rodadas de licitação de blocos offshore no país.

Em 2017, aumentamos significativamente nossa produção e alcançamos a marca histórica dos 100 mil barris de óleo equivalentes produzidos por dia. Este resultado se deve à produção dos campos Sapinhoá, Lapa e Albacora Leste, o que nos posicionou como umas das empresas mais produzem petróleo e gás no país, segundo o ranking da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).



Pão de Açúcar, Seat e Gávea

Fomos responsáveis pela campanha de appraisal do Bloco BM-C-33, na bacia de Campos. Enquanto operadores, realizamos as descobertas de Pão de açúcar, Seat e Gávea. Esta é uma das áreas mais promissoras para produção de gás no pré-sal brasileiro, os volumes recuperáveis são superiores a 1 bilhão de barris de óleo equivalente.
Essa é uma área considerada desafiadora, pois os reservatórios estão situados a cerca de 3.000 metros de profundidade. O projeto está em fase de desenvolvimento e avaliação, onde o estudo do campo é aprofundado. Hoje o ativo é operado pela Equinor (35%) e tem como sócios a Repsol Sinopec (35%) e a Petrobras (30%).


Sapinhoá


Integramos e consórcio que detém os direitos sobre o bloco BM-S-9, onde estão localizados os campos de Sapinhoá e Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos.
As atividades exploratórias na área do Bloco BM-S-9 se iniciaram na década de 70 e a produção no campo teve início em 2013. O ativo produz cerca de 250 mil barris de petróleo por dia através de 17 poços produtores conectados a duas Unidades Estacionários de Produção, o FPSO Cidade de São Paulo e o FPSO Cidade de Ilhabela. Atualmente, Sapinhoá é o segundo maior campo produtor de petróleo e gás do Brasil e o FPSO Cidade de Ilhabela é a terceira instalação com maior produção de petróleo, segundo dados da ANP. O consórcio de Sapinhoá é operado pela Petrobras (45%), e tem como sócios Repsol Sinopec (25%) e Shell (30%).


Lapa


O ativo de Lapa, também situado no pré-sal da Bacia de Santos, entrou em produção mais recentemente, em dezembro de 2016 e hoje é o 7º campo do pré-sal brasileiro que mais produz petróleo e gás. A FPSO Cidade de Caraguatatuba é a unidade de produção em atividade no campo e tem capacidade de processamento de 100mil boe/dia. A Total (35%), empresa operadora do ativo, conta com a parceria da Repsol Sinopec (25%), da Shell (30%) e da Petrobras (10%).


Albacora Leste


Albacora Leste foi o primeiro campo da Repsol Sinopec no Brasil. Produzimos no campo de Albacora Leste desde 1998 e atualmente investimos em novas tecnologias maximizar o fator de recuperação do campo, sempre priorizando a segurança e a sustentabilidade. Localizado na Bacia de Campos, o ativo é operado pela Petrobras (90%) e a Repsol Sinopec possui os outros 10%.


Sagitário


Situada no pré-sal da Bacia de Santos, a descoberta Sagitário está em fase de exploração/avaliação e já é considerada um dos ativos de futuros mais importantes da Repsol a nível mundial. Participamos do consórcio junto da Petrobras (operadora – 60%) e da Shell (20%).



GÁS NATURAL

Acreditamos que o gás natural desempenha um papel de relevante para a segurança energética do Brasil, ao complementar o fornecimento de energia para o setor elétrico, que tem parte de sua matriz proveniente de energias que podem sofrer sazonalidades ou intermitências. E também é um importante combustível de transição para energias de baixo carbono. Complementarmente, a maior presença do gás natural na matriz energética nacional pode ser capaz de reduzir o custo da energia no país.

Somado a esses três fatores, o Brasil tem uma das maiores reservas de gás natural do mundo. Mas para que esta oferta potencial se realize, seria necessário que a capacidade nacional de processamento de gás natural se expandisse e que a demanda interna e mundial absorvesse a produção. E para que esses processos ocorram de forma sustentável, uma aberta bem planejada do setor se faz necessária para atrair os investimentos essenciais para desenvolvimento do setor de gás natural no Brasil.

E nós da Repsol Sinopec Brasil, queremos contribuir para esse desenvolvimento, colaborando com a expertise do Grupo Repsol (63% da produção do grupo é de gás).